Dormir apenas duas horas pode induzir a morte súbita, mas o risco continua a ser afetado pelas condições de saúde individuais, pelo grau de privação de sono e por outros factores, variando as circunstâncias específicas de pessoa para pessoa.
1) Maior risco de morte súbita: Se existirem doenças subjacentes, como hipertensão, doença coronária, etc., susceptíveis de provocar várias disfunções orgânicas importantes, e se a privação de sono se prolongar por um período de tempo mais longo, existe uma maior possibilidade de agravar a carga sobre o organismo, induzindo assim a falência de órgãos e provocando a morte súbita.
2) Quando o risco de morte súbita é baixo: Se o estado de saúde básico do indivíduo for bom, se a privação de sono for apenas ocasional e se, após um período de tempo, o indivíduo descansar o suficiente, a morte súbita não ocorrerá geralmente.
Por conseguinte, apenas duas horas de sono podem não induzir necessariamente a morte súbita, mas tais situações devem ser evitadas tanto quanto possível, a fim de assegurar o funcionamento normal do organismo. As pessoas que sofrem de privação de sono devem estar atentas à existência de sintomas incómodos e, uma vez detectadas anomalias, devem consultar atempadamente um médico para obter um diagnóstico e um tratamento normalizados, não devendo resolver o problema de forma cega, de modo a evitar intervenções inadequadas e consequências indesejáveis.