Os doentes com faringite apresentam catarro na garganta, devido sobretudo à hiperplasia inflamatória da mucosa faríngea e dos tecidos submucosos, devido à hipersecreção das glândulas mucosas, bem como à expansão dos capilares submucosos da faringe e ao aumento da permeabilidade. Na faringite crónica, há inflamação da mucosa faríngea, da submucosa e dos tecidos linfáticos, como a faringite crónica simples, devido à congestão da mucosa faríngea, ao tecido conjuntivo submucoso e à hiperplasia linfática, à dilatação vascular subepitelial, ao aumento da permeabilidade vascular que resulta num aumento do exsudado e à hipertrofia das glândulas mucosas, frequentemente com hipersecreção, pelo que pode haver secreção viscosa aderente à mucosa da parede posterior da faringe. Faringite hipertrófica crónica com congestão e espessamento da mucosa, hiperplasia do folículo linfoide da parede posterior da faringe, múltiplas elevações granulares visíveis, fácil adesão à expetoração, não propícia à tosse. Faringite catarro na garganta, pode haver síndrome de gotejamento pós-nasal, faringite de refluxo, etc., pacientes com faringite, deve ir ativamente para o hospital, causas claras e o grau de sintomas após o tratamento normalizado.