Existe uma ligação entre dímeros elevados e aterosclerose coronária?

O d-dímero elevado pode ou não estar associado à aterosclerose coronária.
Níveis elevados de d-dímero, um produto de degradação da fibrina, indicam um estado de hipercoagulabilidade do sangue no corpo, com possível trombose e hiperfibrinólise secundária.
Na aterosclerose coronária, as placas ateroscleróticas podem romper-se e a superfície quebrada ou fissurada expõe componentes como os lípidos subendoteliais, que activam a coagulação local e elevam o d-dímero no organismo.
Além disso, a elevação do dímero d pode ser observada em doenças trombóticas, como trombose venosa profunda e embolia pulmonar, doenças não trombóticas, como infecções graves, tumores malignos, fibrilação atrial, insuficiência hepática e renal, bem como em condições fisiológicas, como gravidez, idosos, recém-nascidos e sedentarismo.
Por conseguinte, recomenda-se a procura de assistência médica atempada e a realização de um diagnóstico e tratamento normalizados quando necessário.