As fracturas corticais da tuberosidade radial esquerda são normalmente imobilizadas com uma tala gessada, sendo possível realizar exercícios de flexão e extensão após a remoção da tala ao fim de um mês.
A fratura cortical da tuberosidade radial esquerda está geralmente bem alinhada. A fratura pode ser imobilizada primeiro com uma tala gessada e a tala pode ser retirada após um mês, quando as radiografias mostram claramente que a fratura formou uma crosta óssea.
Um mês após a remoção do gesso, a articulação do cotovelo deve estar totalmente estendida e totalmente flectida. A mobilidade da articulação pode ser aumentada em cerca de 10 graus por dia e o nível normal pode ser atingido em cerca de um mês. Se a função da articulação do cotovelo não atingir o nível normal 3 meses após a fratura, é necessária uma libertação cirúrgica numa fase posterior para atingir a extensão total.
Recomenda-se que o doente faça um tratamento ativo e realize exercícios de reabilitação sob a orientação do médico, de modo a evitar o agravamento da contratura de adesão dos ligamentos e da cápsula articular à volta da articulação do cotovelo, o que afectará a função da articulação do cotovelo numa fase posterior.