Normalmente, as espinhas de peixe são digeridas pelo ácido gástrico quando engolidas no estômago. Se uma espinha de peixe for engolida acidentalmente durante a ingestão alimentar diária, geralmente não há necessidade de se preocupar muito se não ficar presa na garganta ou no esófago. Quando a espinha de peixe chega ao estômago, este contém mais ácido gástrico, que tem um certo efeito corrosivo sobre a espinha de peixe, pelo que esta será digerida com o tempo e não causará maiores danos aos órgãos. Recomenda-se que o organismo observe dinamicamente a sua própria situação após a ingestão da espinha de peixe e, se houver uma reação desconfortável, deve dirigir-se atempadamente ao hospital para um exame detalhado, avaliar a localização da espinha de peixe e removê-la sob a orientação do médico, utilizando o equipamento profissional, de modo a não causar outros impactos graves.