Adenoma hipofisário é um tumor benigno comum com uma incidência de 1 por 100.000. Prejudica principalmente o corpo humano devido aos seguintes aspectos: 1. A secreção excessiva de hormonas hipofisárias causa uma série de perturbações metabólicas e danos nos órgãos; 2. A compressão do tumor torna outras hormonas hipofisárias baixas e causa baixa função das glândulas alvo correspondentes; 3. A compressão de estruturas na área da sela pteriónica, tais como cruz óptica, nervo óptico, seio cavernoso, artéria basilar, hipotálamo, terceiro ventrículo, e até envolve o lobo frontal, lóbulo temporal e tronco cerebral, levando a um grave comprometimento das funções correspondentes.
Tem graves danos no crescimento, desenvolvimento, capacidade de trabalho e fertilidade do paciente, e causam uma série de efeitos psicossociais. Actualmente, a ressecção transesfenoidal microcirúrgica do adenoma pituitário tem sido amplamente adoptada pelos neurocirurgiões no país e no estrangeiro, e está em contínuo desenvolvimento. Contudo, a craniotomia ainda é necessária para os adenomas pituitários que se desenvolvem paracranialmente, ou envolvem a fossa craniana média.