Causas do autismo Perturbações metabólicas: perturbações congénitas do metabolismo como a fenilcetonúria causam disfunções e perturbações das células cerebrais, que podem afectar a função das mensagens neurológicas no cérebro e causar autismo. Factores genéticos: Em 20% das pessoas com autismo, a família pode ter défices de inteligência, atraso no desenvolvimento da linguagem e autismo semelhante. Além disso, cerca de 10% dos rapazes com autismo têm distúrbios de fragilidade cromossomática. Infecções virais durante a gravidez: Uma mulher pode ficar infectada com sarampo ou vírus da gripe durante a gravidez, o que pode causar danos no desenvolvimento cerebral do feto e levar ao autismo. Lesão cerebral: Factores como o aborto espontâneo durante a gravidez que resulta no subdesenvolvimento do cérebro, parto prematuro, parto obstruído, lesão cerebral neonatal durante o parto, e lesão cerebral do bebé devido a doenças como a encefalite e a meningite podem aumentar a probabilidade de autismo. Existem, evidentemente, outras razões que foram discutidas, mas nenhuma delas é definitiva. Em primeiro lugar, as pessoas que são convencidas tendem a exagerar as suas próprias capacidades e não têm em conta as opiniões razoáveis e correctas dos outros. Em segundo lugar, a presunção pode levar a acreditar que se tem uma compreensão precisa do mercado quando de facto não é esse o caso e muitas vezes carece de factos objectivos. Em terceiro lugar, as pessoas convencidas gostam de basear as suas decisões na sua experiência passada, ignorando a realidade da situação actual. Em quarto lugar, a pessoa convencida trata as opiniões dos outros com rejeição, pensando sempre que as suas próprias opiniões são clarividentes e as dos outros são míopes. Em quinto lugar, a pessoa convencida é boa a tomar decisões de uma forma de pensar e não é capaz de escolher a forma correcta de tomar decisões de acordo com a situação real. Em sexto lugar, a pessoa convencida apenas fixa os seus olhos em coisas novas e estranhas, acreditando que estas são as que têm valor de decisão, ignorando os benefícios a longo prazo. Sétimo, a pessoa só está preocupada com o que gosta e não está disposta a ouvir a experiência dos outros, pensando sempre que pode fazer as coisas bem sozinha. Em oitavo lugar, gosta muito de ir aos extremos, tomando decisões em escolhas extremas para sobreviver, ignorando que os extremos são muitas vezes um beco sem saída. Nono, as pessoas nesta categoria são muitas vezes de mente estreita e egoísta. Mesmo que a decisão de outra pessoa seja razoável, rejeitá-la-ão em seu próprio benefício. Décimo, há sempre um desejo de demonstrar o seu estatuto e identidade com decisões que se aprovam. A decisão é apenas um instrumento que utiliza para demonstrar o seu estatuto externo, pondo de lado o interesse colectivo.