O tratamento do adenoma pituitário é principalmente cirúrgico, suplementado por radioterapia e medicação: O objectivo da cirurgia é remover o tumor e restaurar a fisiologia endócrina normal. Para pacientes com função endócrina gravemente comprometida, a cirurgia pode proteger a função pituitária residual tanto quanto possível e estabelecer uma boa base para a terapia de substituição hormonal após a cirurgia. A cirurgia é a primeira escolha para tumores que não os adenomas de prolactina.
A radioterapia só é indicada para pacientes com idade residual pós-operatória ou avançada e incapacidade física para tolerar a cirurgia.
>Para o tratamento medicamentoso, só a bromocriptina e a cabergolina provaram ser eficazes para o adenoma de prolactina pituitária, mas a desvantagem é que precisam de ser tomadas para toda a vida e alguns pacientes não podem aceitar os seus efeitos secundários. Por conseguinte, a cirurgia é também uma boa opção para os pacientes acima referidos. A nossa experiência mostra que a percentagem de infertilidade da hipófise causada pela cirurgia é muito baixa e está sobretudo relacionada com a experiência do operador. Não existe tratamento medicamentoso específico para outros tipos de hipófise.
A maioria dos adenomas pituitários pode ser removida pela abordagem transnasal-pituitária do seio, que é segura, de rápida recuperação e não tem qualquer efeito sobre a aparência.