Os jovens podem também desenvolver apendicite, uma vez que tem uma incidência muito elevada, sendo responsável por cerca de 10% das emergências cirúrgicas. A apendicite é principalmente devida à anatomia do apêndice, uma vez que é uma extremidade cega e se o tracto for demasiado longo ou mal formado, pode também levar à obstrução das pedras fecais ou à obstrução do esvaziamento da cavidade do apêndice, secundária à obstrução e à infecção. Os doentes podem apresentar dor no abdómen inferior direito, febre e, em casos graves, supuração e perfuração do apêndice. O tratamento mais eficaz é a apendicectomia, especialmente em crianças ou idosos, onde os sinais e sintomas não coincidem e o apêndice é facilmente perfurado. Além disso, a apendicite é uma doença infecciosa e é rotineiramente tratada com fluidos anti-infecciosos e re-hidratantes após a cirurgia.