Quais são as causas de recidiva local do cancro do intestino após a cirurgia?

  A recorrência local do cancro do intestino após a cirurgia é definida como o crescimento do tumor no local original ou na região linfática a que pertence no prazo de dois anos após a cirurgia.  As razões para isto são: 1. o tumor está atrasado e não pode ser removido de forma limpa; 2. o tumor não está atrasado mas não pode ser removido de forma limpa.  Actualmente, a primeira escolha de tratamento para o cancro do intestino em casa e no estrangeiro continua a ser a cirurgia. Todos os outros métodos de tratamento são adjuvantes. É bem sabido que este não é o tratamento ideal porque a cirurgia em si é um trauma para o corpo. A abordagem ideal seria evitar a ocorrência do tumor, ou curá-lo com medicação uma vez que tenha ocorrido. Contudo, o actual estado da ciência ainda não chegou a este ponto, caso contrário não haveria necessidade de cirurgia.  Uma vez que a cirurgia é o tratamento mais eficaz disponível, é vital que seja minucioso. Isto porque uma vez que a cirurgia é seguida de recidiva, as hipóteses de recidiva serem curadas são quase nulas. Por conseguinte, o processo de cura de cancros recorrentes e avançados é quase idêntico. A sobrevivência média é de dois a três anos. É por esta razão que a primeira cirurgia é crucial. Pode ser uma decisão que dura toda a vida. Se o tumor estiver atrasado, é uma pena que não possa de modo algum ser resolvido com o actual estado de desenvolvimento tecnológico. Mas é uma tragédia se a doença não for demasiado tarde e puder ser completamente erradicada, mas se repetir devido a uma cirurgia incompleta. A fim de evitar esta situação tanto quanto possível, os pacientes são aconselhados a dirigir-se a um hospital provincial ou superior especializado para tratamento profissional, uma vez que a oncologia cirúrgica é um mundo à parte da cirurgia geral. Em cirurgia geral, a operação só se baseia nos princípios da simples remoção de lesões e da cirurgia asséptica. Em contraste, a cirurgia oncológica está associada à anplastia e à excisão ampliada da lesão e à dilatação dos seus gânglios linfáticos regionais. Por exemplo, a implantação incisional é o resultado de uma anplastia inadequada. Outro exemplo é a metástase dos gânglios linfáticos regionais, que é o resultado de uma dilatação inadequada. Quanto à razão da metástase pós-operatória a órgãos distantes sem recorrência local, a ciência ainda não foi capaz de a explicar.