As mães Aus anti (HBsAg) positivas podem transmitir HBV à sua prole. A sua ocorrência predominante é durante e após o parto, enquanto que a transmissão vertical (infecção intra-uterina antes do parto) é <3%, principalmente em mulheres grávidas com um antigénio positivo de hepatite B E (HBeAg). Os marcadores serológicos de rastreio do HBV (comummente conhecidos como dois pares e meio de hepatite B) incluem HBsAg, anti-HBs (anticorpo de superfície da hepatite B), HBeAg, anti-HBe (anticorpo da hepatite B e), e anti-HBc (anticorpo de núcleo da hepatite B). O significado do diagnóstico clínico do seu rastreio é que se o HBsAg for positivo, indica que o HBV está a replicar-se e é infeccioso; se o HBeAg for positivo, indica elevada carga viral, replicação activa do HBV e elevada infecciosidade. O anti-HBs é um anticorpo neutralizante, e o nível sérico de anti-HBs ≥10mIU/mL é protector para o corpo (Tabela 1). O RT-PCR quantitativo de fluorescência pode detectar o nível de HBV-DNA do HBV e reflectir a carga alta ou baixa de HBV. Contudo, o HBV-DNA de “pequenos trigémeos” (cerca de 30% das mulheres grávidas que são HBsAg positivas e HBeAg negativas) e mesmo alguns “grandes trigémeos” (aqueles que são HBeAg positivos) está abaixo do limite inferior do intervalo normal de detecção, que é chamado “HBV-DNA negativo”, ainda há HBV no sangue e é infeccioso. Quando uma mulher grávida é positiva para o HBsAg, independentemente do seu nível de HBV-DNA, ou mesmo “negativa”, a imunoprofilaxia deve ser tomada para o recém-nascido que dá à luz, a fim de evitar a infecção no recém-nascido.