Na prática clínica, algumas pessoas com epilepsia têm convulsões atípicas e é difícil diagnosticar as convulsões apenas com base nos achados clínicos. Por vezes, um ou dois EEG normais no período interictal não excluem completamente a epilepsia, e isto requer EEG repetidos. Algumas pessoas no estrangeiro repetiram dezenas de vezes EEGs para confirmar a epilepsia, e finalmente encontraram ondas epilépticas. Por vezes são também necessários EEG repetidos para determinar o tipo de convulsão e para procurar focos epilépticos. Os EEG também são feitos frequentemente durante o curso da medicação ou quando o paciente está pronto para reduzir a medicação para ajudar a determinar a eficácia da medicação e decidir se esta pode ser reduzida. Os EEG são não invasivos, podem ser realizados em hospitais gerais e são baratos, pelo que são frequentemente repetidos durante o diagnóstico e tratamento da epilepsia.