A principal diferença entre o tratamento hospitalar e o ambulatório é que o médico pode verificar com o paciente duas ou mais vezes por dia, para que ele possa monitorizar o estado do paciente e ajustar a dosagem do medicamento de acordo com as alterações do estado do paciente. Por exemplo, os pacientes internados podem ser tratados com terapia electroconvulsiva não-vulsiva (TCN) sob anestesia. Para pacientes com grande depressão ou esquizofrenia grave, a TCN é mais eficaz e mais rápida, e os internados podem também receber psicoterapia individual, terapia de relaxamento, hipnoterapia e reabilitação, dependendo da sua condição.