Técnica de bloqueio de ultra-sons esofágicos minimamente invasiva

        Segundo o professor, a técnica de oclusão minimamente invasiva guiada por ultra-sons esofágicos é simples e fácil de executar, e não há risco de lesão endovascular. Não está basicamente limitada pela idade e peso do paciente, e é adequada para defeitos do septo atrial, defeitos do septo ventricular, canal arterial patente, fístulas residuais de defeitos ventriculares, e técnicas de mosaico para doenças cardíacas complexas. Esta técnica tem sido utilizada em doentes com defeitos ventriculares perimembranosos restritivos entre 5 e 12 mm de diâmetro, sem outras co-morbilidades, e sem hipertensão pulmonar. Nesta fase, as seguintes condições estão contra-indicadas: aqueles com prolapso significativo da valva aórtica, grandes defeitos do septo ventricular em recém-nascidos ou bebés pequenos com hipertensão pulmonar moderada ou superior, defeitos do septo ventricular não restritivos com grandes diâmetros e bordos mal definidos, e defeitos do septo ventricular sub-supermonar.