A fibrilhação auricular é a arritmia persistente mais frequente, cuja incidência aumenta com a idade, e não só provoca palpitações e aperto no peito, como também pode levar a tromboembolismo, que, se ocorrer na vasculatura cerebral, pode levar a acidente vascular cerebral (AVC), que pode levar gravemente a hemiplegia e a incapacidade de movimento dos membros; e, se ocorrer na vasculatura periférica, pode levar a isquemia dos membros, necrose e, em casos graves, necessidade de amputação dos membros. Portanto, se a fibrilação atrial não for tratada precocemente e de forma padronizada, trará sérias conseqüências. Atualmente, o fármaco antitrombótico mais eficaz para a fibrilhação auricular é a varfarina, e são utilizados diferentes tratamentos antitrombóticos consoante o doente tenha uma combinação de factores de risco de AVC. AAS : Aspirina AIT Ataque isquémico transitório, um tipo de encefalopatia isquémica FEVE Um indicador para avaliar a função cardíaca na ecografia cardíaca No entanto, os eventos hemorrágicos associados à varfarina não devem ser ignorados, especialmente nos idosos que tomam varfarina, o que resulta no aumento do risco de hemorragia cerebral com a idade, o que leva à dificuldade de adesão e implementação da terapêutica antitrombótica em doentes idosos com fibrilhação auricular. Para os doentes que não podem tomar varfarina, a aspirina + clopidogrel pode ser considerada uma alternativa, que, embora não seja tão eficaz como a varfarina, continua a ser superior aos que não são antitrombóticos.