Porque é que a primeira ablação por cateter da fibrilhação auricular persistente é menos bem sucedida do que a da fibrilhação auricular paroxística?

Porque é que a primeira ablação por cateter da fibrilhação auricular persistente é menos bem sucedida do que a da fibrilhação auricular paroxística? Os pacientes com fibrilação atrial estão preocupados com o que fazer se tiverem fibrilação atrial. Como já discutimos várias vezes, a ablação por cateter é a única maneira de curar a FA. No entanto, deve ser enfatizado que nem toda fibrilação atrial pode ser ablacionada com sucesso. Por exemplo, a primeira ablação da FA paroxística é mais eficaz do que a da FA persistente porque a patogénese da FA persistente é mais complexa, ou seja, quando a FA paroxística se transforma em FA persistente, há cada vez mais focos atriais complexos envolvidos na fibrilhação auricular. Portanto, a taxa de sucesso da ablação por cateter para a fibrilação atrial paroxística é maior, mas para a fibrilação atrial persistente, a taxa de sucesso é comparável à da fibrilação atrial paroxística se for ablacionada novamente. Mesmo assim, continuamos a querer tratar os doentes na fase paroxística para que os médicos não tenham demasiadas dificuldades em tratá-los e os doentes possam alcançar o resultado desejado.