Para pacientes com hepatite B crónica que têm necessidades de procriação, se a hepatite activa estiver presente, o tratamento deve ser recebido o mais cedo possível antes da concepção, completado seis meses antes da concepção, se possível, e deve ser utilizada contracepção fiável durante o tratamento. Para pacientes com hepatite B crónica durante a gravidez, podem ser acompanhados de perto se as lesões forem leves ou tratadas com tenofovir ou telbivudina, se forem mais graves. Para pacientes com gravidezes não planeadas durante o tratamento antiviral, tal como a aplicação de interferão, é necessária a interrupção da gravidez. O tratamento pode ser continuado se for aplicado tenbivudina, tenofovir ou lamivudina; se for aplicado entecavir ou adefovir, o tratamento deve ser continuado com tenofovir ou tenbivudina. Em meados a finais da gravidez se a carga viral for >2 x 106 IU/mL, o tratamento com tenofovir, telbivudina ou lamivudina pode ser iniciado na 24ª-28ª semana de gravidez e interrompido 1-3 meses após o parto, após o qual é possível amamentar. Os doentes do sexo masculino com interferão devem estar fora do medicamento durante pelo menos 6 meses antes de considerarem o parto; os doentes com análogos de nucleosídeos podem ser considerados com comunicação adequada.