Há normalmente um anel circular de músculo na extremidade inferior do esófago chamado esfincteresofágico inferior. Depois de engolido, este músculo relaxa, permitindo que os alimentos entrem no estômago, e depois contrai-se para impedir que os alimentos e o conteúdo ácido do estômago entrem no esófago. No entanto, quando este músculo está fraco ou relaxado, o fluido ácido do estômago pode fluir de volta para o esófago e danificar a mucosa do esófago.
1. quais são os sintomas típicos da DRGE?
Os sintomas típicos da DRGE incluem refluxo ácido, azia e dificuldade em engolir.
2. como é diagnosticada a DRGE em doentes com estes sintomas clínicos?
O método preferido de diagnóstico é a endoscopia gastrointestinal superior. Para pacientes com endoscopia normal mas sintomas persistentes, a manometria de esófago inferior e a monitorização de refluxo de ácido esofágico 24 horas são outros métodos de diagnóstico.
3. quais são as complicações do refluxo ácido prolongado?
Se não for tratado, o refluxo gastro-esofágico prolongado pode levar à ulceração da mucosa do esófago, estrangulamento do esófago, pneumonia por aspiração, dor de garganta e esófago de Barrett (risco de progressão para cancro do esófago).
4) Quão grave é a DRGE que requer cirurgia?
(1) A cirurgia é necessária quando o paciente apresenta os seguintes sintomas.
(2) não estão a responder bem aos medicamentos.
(3) Incapacidade de tomar medicação regularmente devido a ocupação ou outras razões.
(4) Refluxo significativo.
(5) Descobertas endoscópicas de esofagite grave.
(6) Estrictura esofágica benigna.
(7) Esôfago de Barrett (sem má diferenciação ou cancro).
5) Qual é o melhor procedimento para tratar o GERD?
A fundoplicação laparoscópica é agora reconhecida mundialmente como o padrão de ouro para o tratamento de GERD graves. O procedimento envolve envolver a parte superior do fundo à volta do esófago inferior para criar uma válvula anti-refluxo. A operação é realizada com cinco pequenas incisões de 5 mm a 10 mm. Em comparação com a cirurgia tradicional de coração aberto ou de coração aberto, é menos invasiva, encurta a permanência no hospital, reduz a perda de sangue e a dor do paciente, melhora a qualidade de vida e, mais importante ainda, proporciona os mesmos resultados anti-refluxo a longo prazo que a cirurgia tradicional.
6) Existem complicações associadas ao procedimento?
O inchaço e a disfagia são as complicações pós-operatórias mais comuns, ocorrendo a uma taxa de aproximadamente 5%. No entanto, a maioria dos sintomas resolve-se dois a três meses após a cirurgia. Apenas um número muito pequeno de pacientes requer uma dilatação endoscópica do esófago.
7) Quanto tempo terei de ficar no hospital? Qual é a duração do procedimento?
A estadia hospitalar pós-operatória é de apenas dois a três dias. A duração média do procedimento é de 90 minutos.