Conceitos errados comuns sobre o cancro da mama

  O cancro da mama é um tumor maligno comum nas mulheres. Cerca de 1,2 milhões de mulheres em todo o mundo sofrem de cancro da mama todos os anos, e a incidência do cancro da mama na China está também a aumentar de ano para ano. Contudo, devido à falta de sensibilização, existem frequentemente alguns conceitos errados sobre o cancro da mama: Conceito errado 1: Só as mulheres de meia-idade ou pós-parto precisam de começar a prevenir o cancro da mama?  A idade máxima de incidência do cancro da mama situa-se entre os 40 e 60 anos. Muitas pessoas pensam que o cancro da mama é uma doença que só é prevalecente em mulheres de meia idade e mais velhas, mas na realidade as mulheres mais jovens correm tanto risco de ter cancro da mama como as mulheres mais velhas. Estudos recentes mostraram que a incidência do cancro da mama entre as mulheres nas grandes cidades está a aumentar ano após ano e tende a ser mais jovem. A chave para a prevenção terciária do cancro da mama é o diagnóstico e tratamento precoces, e é importante ter auto-exames regulares, check-ups médicos regulares e check-ups especializados, especialmente para mulheres com antecedentes familiares de cancro da mama ou que estejam em alto risco de cancro da mama. As mulheres com mais de 35 anos devem fazer uma mamografia de seis em seis meses e uma mamografia uma vez por ano.  Mito 2: Só precisa de escolher entre ultra-som e mamografia?  Muitas pessoas pensam que só precisam de escolher entre ultra-som ou mamografia para o rastreio mamário. O ultra-som a cores é não invasivo, rápido e repetível, e pode identificar com precisão lesões císticas e sólidas com uma precisão de 96% a 100%. A imagem de fluxo Doppler a cores pode identificar a natureza benigna e maligna dos nódulos mamários, mas o ultra-som a cores não pode detectar microcalcificações. A mamografia caracteriza-se pela sua capacidade de detectar nódulos mamários que não podem ser tocados pelo médico, especialmente em seios grandes e gordurosos, com uma precisão de diagnóstico até 95%, e é altamente sensível e específica para tumores malignos com focos calcificados. É o teste de escolha não invasivo mais simples e fiável para o diagnóstico de doenças da mama. Estes dois testes são, portanto, complementares e insubstituíveis, e são dois dos testes essenciais para os controlos sanitários da mama.  Mito 3: Os seios dolorosos são um precursor do cancro da mama e se não forem dolorosos, não há nada com que se preocupar?  Muitas mulheres acreditam que o cancro da mama se manifesta principalmente pela dor na mama, por isso a primeira coisa com que se preocupam é se têm cancro da mama. De facto, o primeiro sintoma comum do cancro da mama é a descoberta de um caroço sem dor, enquanto a dor mamária é frequentemente uma manifestação comum do aumento da mama. A dor do aumento da mama é normalmente uma dor mamária cíclica, que pode ser acompanhada por caroços mamários e alterações com o ciclo menstrual e as emoções. Contudo, são necessários exames regulares aos seios para a detecção precoce de lesões mamárias. Não se deve assumir que só porque os seios não são dolorosos, não há necessidade de se preocupar com a ocorrência de tumores mamários.