O primeiro e mais importante é o ambiente de vida, onde a temperatura, humidade e ar limpo são vitais. A temperatura da sala deve ser controlada a cerca de 20 graus. Manter o número de pessoas na sala a um nível mínimo, especialmente se os pais com constipações ou outras doenças estiverem em contacto com a criança. A segunda questão é a quantidade de roupa que a criança deve usar. Muitos pais têm medo de que o seu filho fique com frio e o cubra de tal forma que ele esteja a suar muito quando visitam o médico, o que o torna extremamente desconfortável e agrava o seu estado. O critério de quanto usar: mãos e pés quentes e sem suor no corpo. Os pais devem portanto aumentar ou diminuir a roupa da criança de acordo com a mudança de temperatura de 24 horas. Em terceiro lugar, observar de perto o comportamento da criança. Se a criança está calada, come leite normalmente, tem movimentos intestinais normais, e não tem febre, significa que não há nada de errado. Se a criança estiver a chorar e inquieta, descubra porquê. Está quente ou frio? O bebé está a ter um mau movimento intestinal ou uma fralda? Ou a condição agravou-se? A amamentação não só é nutritiva, conveniente e limpa, como também acalma a criança e é muito benéfica para a recuperação do coração e dos pulmões. Se a criança for fraca a mamar, a mãe deve ajudar a expressar o leite para aliviar a carga. Se o leite materno não estiver disponível, escolha uma fórmula adequada. Lembre-se de alimentar pequenas quantidades, ou seja, não o suficiente de uma só vez, uma vez que a alimentação excessiva de uma criança com doenças cardíacas pode aumentar a carga sobre o coração. Acrescentar suplementos, conforme o caso. O sumo e a água são indispensáveis, especialmente para crianças cianóticas, cujo sangue é mais concentrado e para as quais a água é importante.