O estudo, conduzido por Daniel Loton da Universidade de Vitória, explorou academicamente a saúde emocional, física e mental de dois grupos de jogadores, os que tinham em média 21 horas ou menos de jogo por semana e os que tinham em média mais de 21 horas. O estudo relatou que a depressão e a ansiedade eram de 25% e 15% neste último grupo, enquanto os jogadores em excesso também utilizavam frequentemente o jogo como um “mecanismo psicológico” para evitar muitos problemas. Daniel Loton disse que estudos anteriores mostraram que ambos os grupos de jogadores têm níveis de depressão e ansiedade acima da média. Contudo, o estudo não incluiu os problemas e efeitos associados ao jogo excessivo, e foi agradável ver que Daniel Loton não encontrou qualquer correlação entre o jogo e o sucesso no estudo e na investigação.