A anatomia clínica da artéria da parede abdominal inferior localiza-se posteriormente aos tendões combinados dos músculos abdominais oblíquos internos e externos. A artéria da parede abdominal inferior tem várias artérias ramificadas que nutrem os tecidos da área de distribuição, sendo os ramos mais importantes a artéria do ramo pubococcígeo e a artéria ani levator. A artéria da parede abdominal inferior é ligeiramente medial até ao ponto médio do ligamento inguinal e tem origem na artéria ilíaca externa, que corre ao longo do lado medial do anel interno do canal inguinal e viaja obliquamente para cima dentro do tecido tendinoso do músculo abdominal oblíquo externo, penetrando na fáscia abdominal transversal e ascendendo entre o músculo rectus abdominis e a camada posterior da bainha do músculo rectus abdominis. Após a incisão da membrana tendinosa do músculo oblíquo externo, da membrana tendinosa do músculo oblíquo interno e do tendão articular, a artéria da parede abdominal inferior pode ser revelada. Portanto, na cirurgia inguinal cirúrgica, a artéria da parede abdominal inferior é utilizada como marcador para distinguir as hérnias inguinais das hérnias inguinais rectas. Se a artéria da parede abdominal inferior for danificada, a manifestação principal é uma hemorragia de graus variáveis, que pode ocorrer como hemorragia intra-abdominal, hematomas extensos e hematomas no interior da pele. A anomalia deve ser detectada e tratada em conformidade no hospital, tal como o tratamento de ligadura.