O estudioso brasileiro Vieira RD et al. randomizou pacientes com doença arterial coronária estável com lesões coronárias múltiplas combinadas, função sistólica cardíaca normal e tratados com revascularização completa (CR, n=224) e grupos de revascularização incompleta (IR , n=166), com 63,8% dos pacientes do grupo CR recebendo CRM e 36,2% recebendo ICP (P= 0,001); aqueles com antecedentes de enfarte do miocárdio eram mais elevados no grupo IR (56,2%) do que no grupo RC (39,2%, P=0,01). Os resultados aos 10 anos de seguimento mostraram que a sobrevivência sem eventos cardiovasculares foi significativamente maior no grupo CR do que no grupo RI (90,6% vs 84,4%; P=0,04), uma diferença associada ao aumento da mortalidade cardiovascular nos pacientes que foram submetidos a ICP sem revascularização completa. O estudo sugere que a revascularização completa reduz a mortalidade em lesões coronárias multi-ramos estáveis. (Li Jun, resumo) Circulação. 2012 , 126: S158-163 Li Jun, Departamento de Medicina Cardiovascular, Hospital de Guang’anmen, Academia Chinesa de Medicina Tradicional Chinesa