A intubação lacrimal é eficaz no tratamento da dacriocistite neonatal?

  O princípio da intubação lacrimal para a dacriocistite neonatal: existem actualmente muitos métodos de intubação lacrimal utilizados para tratar a dacriocistite neonatal, e tudo se baseia no princípio da utilização de canais lacrimais artificiais feitos de vários materiais, primeiro sondando o canal lacrimal bloqueado, depois inserindo os canais lacrimais artificiais dos canais lacrimais superior e inferior respectivamente, depois removendo-os no canal nasal inferior, depois fixando-os e mantendo-os no canal lacrimal durante 1 a 3 meses antes de os remover, na esperança de que, mantendo o canal lacrimal artificial canal para restaurar a patência do canal lacrimogéneo.  Será este um bom método de entubação lacrimal?  A dacriocistite neonatal é causada pela incapacidade de degenerar os restos embrionários da extremidade inferior do ducto nasolacrimal, esta obstrução é membranosa e a maioria (mais de 95%) pode ser curada por lavagem lacrimal e exploração do ducto lacrimal. A dacriocistite neonatal refratária é causada por obstrução grave dos ductos nasolacrimal devido a malformações dos ductos nasolacrimal ósseos ou um longo curso de dacriocistite neonatal, e é difícil manter os ductos permanentemente abertos para se conseguir uma cura através da intubação lacrimal. Estes métodos não são tão eficazes como os utilizados em adultos para a dacriocistite neonatal refratária e devem ser utilizados com cautela, pois podem ser prejudiciais. Em conclusão, a intubação lacrimal só deve ser utilizada como tratamento para a dacriocistite neonatal e não deve ser promovida como o método preferido.