Que tipos de medicamentos são utilizados para tratar a doença de Parkinson?

  A patogénese da doença de Parkinson deve-se principalmente a uma diminuição da síntese de dopamina no cérebro e a uma perturbação do equilíbrio entre os sistemas colinérgico e dopaminérgico, resultando em sintomas como a hipercinesia, tonicidade e tremor. Como resultado, os principais medicamentos disponíveis são a síntese suplementar de dopamina e os medicamentos anticolinérgicos. Podem ser amplamente divididos nas seguintes categorias: 1) Drogas anticolinérgicas, incluindo Antan (i.e. benzhexol), kemalina, escopolamina, etc.; 2) Drogas de substituição da dopamina, i.e. levodopa. Devido às altas doses e efeitos secundários necessários apenas para levodopa, a maioria das combinações de levodopa são agora utilizadas, ou seja, Medopa (contendo levodopa e benserazida, disponível em três formas de dosagem: standard, de libertação prolongada e dispersível) e Xanax (contendo levodopa e carbidopa, disponível em três formas de dosagem: standard, de libertação controlada e comprimidos solúveis em água). Actualmente existe uma nova levodopa composta chamada Stalevo, constituída por levodopa, carbidopa e entocapone; 3, agonistas da dopamina Existem bromocriptina, pergolide (Xelianxing), dihidroergotocriptina (Cripa), piribedil (Tamsulosina), pramipexole, ropinirole, ergocalciferol, cartegolide, apomorfina, etc.; 4, inibidores da monoamina oxidase B, ou seja, a slegilina (5. inibidores da catecolamina-oxigenação-metiltransferase, ou seja, tolcapona (A.I.M.) e entocapona (Cortaine); 6. amantadina; 7. outras drogas ainda sob investigação.