Os adenomas pituitários são o terceiro tumor intracraniano mais comum, com uma incidência de 1 por 100.000 pessoas, representando 7-10% dos tumores intracranianos. A craniotomia microscópica tradicional e a ressecção transesfenoidal da adenoma pituitário alcançaram melhores resultados para a maioria dos pacientes, mas as desvantagens são um maior trauma cirúrgico, uma visualização relativamente pobre, maior destruição das estruturas nasais, mais complicações pós-operatórias e uma recuperação mais lenta. Actualmente, o nosso departamento utiliza a técnica mais avançada do mundo com assistência ventriculoscópica para realizar a adenomectomia transsfenoidal de uma só narina. O procedimento aproveita ao máximo o ventriculoscópio, utilizando a passagem natural da cavidade nasal, e o ventriculoscópio penetra profundamente na área cirúrgica para observar a estrutura anatómica da área cirúrgica a curta distância, tornando a remoção do tumor mais segura e completa, reduzindo significativamente as complicações pós-operatórias e resultando em menos trauma, menos dor e recuperação mais rápida para o paciente. A cirurgia também não deixa cicatrizes, tornando-a uma verdadeira cirurgia minimamente invasiva. Além disso, este procedimento pode reduzir grandemente a estadia hospitalar do paciente e minimizar os custos hospitalares do paciente. É actualmente o método mais ideal para o tratamento de adenomas pituitários.