A síndrome do grande aqueduto vestibular (LVAS) é uma perturbação auditiva recessiva, não sindrómica, que se caracteriza por perda auditiva flutuante após o nascimento. O principal grupo de pacientes são crianças e adolescentes nos seus anos de formação. A patogénese da doença é complexa e não existe um método específico para o diagnóstico ou tratamento precoce. Os factores possíveis incluem: ① História da família. (ii) Infecção durante a gravidez. (3) Drogas ototóxicas, etc. Clínica manifestations】 LVAS desenvolve-se principalmente numa idade jovem e caracteriza-se principalmente por perda auditiva bilateral assimétrica, que é progressiva e flutuante, frequentemente associada a traumatismo craniano e constipações, e pode ou não ser acompanhada por vertigens. Para além da história, sintomas clínicos e exame audiológico, o diagnóstico da LVAS baseia-se em tomografias de alta resolução e ressonância magnética do osso temporal. (1) Os aparelhos auditivos devem ser utilizados para manter uma boa audição nas pessoas com audição residual. Quando há alterações flutuantes na audição, é importante tratá-las primeiro e ajustar a produção do aparelho auditivo a tempo. Durante o tratamento, recomenda-se que os aparelhos auditivos não sejam, por enquanto, utilizados. Contudo, como a doença pode deteriorar-se a qualquer momento, tais pacientes devem estar sempre preparados para a implantação coclear (2) A implantação coclear deve ser considerada prontamente nos casos de surdez muito grave em que os aparelhos auditivos tenham falhado. Depois de ter sido diagnosticada a LVAS, deve notar-se o seguinte: ② Fazer verificações auditivas regulares, desenvolver bons hábitos de acompanhamento auditivo e procurar prontamente cuidados médicos se surgirem problemas auditivos. ② Evitar traumas na cabeça, mesmo que se trate de um pequeno galo. ③ Não participar em desportos extenuantes tais como passeios de montanha russa, bungee jumping, etc. ④ Não usar drogas ototóxicas. ⑤ Evitar a exposição a ruídos fortes. ⑥ Prevenir constipações, prestar atenção ao controlo emocional da criança e reduzir acções stressantes, tais como assoar o nariz.