Um número significativo de pacientes está actualmente a tomar medicamentos nucleósidos (ácidos) para o tratamento da hepatite B crónica ou cirrose da hepatite B, mas alguns deles têm medo de aprender que existe um risco de resistência aos medicamentos nucleósidos (ácidos). De facto, se estes fármacos forem utilizados de forma regular e razoável, há poucas hipóteses de resistência. No entanto, a resistência aos medicamentos pode ser facilmente induzida pelo uso irregular, por mudanças aleatórias de medicamentos ou pela descontinuação de medicamentos. Como podemos descobrir se um fármaco é resistente? Em doentes com bom controlo viral, o teste de ADN HBV é tudo o que é necessário. Se o ADN HBV não for detectado por nenhum dos testes de alta precisão, significa que não existe resistência às drogas, mas se for detectado novamente, deverá estar altamente alerta para a possibilidade de resistência às drogas. Neste caso, é necessário um teste genético de resistência às drogas. Dependendo do local da mutação de resistência, pode haver uma diminuição da sensibilidade a diferentes drogas, que é a resistência às drogas. Contudo, por vezes, quando os testes são feitos e não se encontram variantes resistentes aos medicamentos, não é certo que a doença não seja resistente aos medicamentos, e é necessária uma análise abrangente. Se de facto houver um elevado ressalto viral, o regime de tratamento precisa de ser ajustado prontamente. Isto é para evitar mais danos no fígado e aumento dos danos hepáticos.