A hidrocefalia é uma condição em que demasiado líquido cefalorraquidiano é produzido ou absorvido, resultando num excesso de líquido cefalorraquidiano no crânio. Os sintomas clínicos e o tempo de sobrevivência desta condição precisam de ser analisados caso a caso. Em primeiro lugar, na hidrocefalia aguda, um estado de hipertensão intracraniana desenvolve-se num curto período de tempo e se o paciente não for tratado activamente, pode levar a dores de cabeça persistentes, náuseas e vómitos, e até a uma perda de consciência, o que pode levar a falência respiratória e circulatória e à morte. Por conseguinte, é importante que a hidrocefalia aguda seja tratada rapidamente e quanto mais cedo o tratamento, melhor será o prognóstico. Em segundo lugar, para a hidrocefalia crónica, existem três sintomas clínicos principais: primeiro, incontinência urinária, segundo, declínio cognitivo e terceiro, marcha anormal. Se o paciente não for tratado activamente, a hidrocefalia irá comprimir gradualmente os nervos à medida que se torna mais grave, fazendo com que os sintomas acima mencionados se tornem cada vez mais graves e até mesmo causando uma diminuição da consciência. Nas fases posteriores, a morte pode ocorrer devido à hérnia cerebral. Como a hidrocefalia tem sido relativamente bem pesquisada e tratada eficazmente, recomenda-se o tratamento precoce.