A hidrocefalia é uma doença que é particularmente prevalecente hoje em dia, e é sem dúvida uma grande ameaça para a saúde das pessoas. Muitas pessoas podem não compreender o que é esta doença, mas é causada por doenças congénitas ou adquiridas ou lesões cerebrais traumáticas, que podem levar a anormalidades na secreção, circulação ou absorção do líquido céfalo-raquidiano, quebrando o equilíbrio do líquido céfalo-raquidiano. Quando a hidrocefalia está presente, os doentes podem experimentar diferentes graus de dores de cabeça e tonturas, acompanhadas de náuseas e vómitos. A hidrocefalia também pode causar um declínio na capacidade mental, uma deficiência cognitiva, e em alguns casos, uma fraqueza significativa nos membros inferiores e uma tendência para cair ao andar. Se a condição se tornar mais grave, pode levar a uma pressão intracraniana aguda, que pode levar a uma hérnia cerebral, pondo vidas em risco. Os danos que a hidrocefalia pode causar são enormes e o tratamento é uma prioridade. O principal tratamento clínico para a hidrocefalia é a intervenção cirúrgica para remover o excesso de líquido cefalorraquidiano da cavidade craniana através da cirurgia de derivação. Como a cirurgia é realizada no crânio, os pacientes estão preocupados com os riscos da cirurgia. Qual é a avaliação de risco para a cirurgia de hidrocefalia? Há sempre um risco associado a qualquer cirurgia, e é um grande teste às capacidades e técnicas do cirurgião para fazer da cirurgia um sucesso. Alguns hospitais locais não são actualmente muito bons neste aspecto do tratamento, e o procedimento cirúrgico não é operado correctamente, resultando em pacientes com graus variáveis de infecção pós-operatória e muitas complicações. A técnica especializada em neurocirurgia do líquido céfalo-raquidiano, que evita com sucesso os inconvenientes do tratamento tradicional, é mais segura e mais abrangente, o que é uma grande vantagem para a maioria dos pacientes.