O leite materno é o alimento mais seguro, mais económico e conveniente para bebés, satisfazendo as necessidades de crescimento e desenvolvimento até aos 6 meses de idade, com a proporção certa de proteínas e minerais que os bebés podem facilmente digerir e absorver. A amamentação melhora o sistema imunitário do bebé, previne a diarreia e reduz as alergias. No entanto, alguns bebés amamentados também desenvolvem eczema, diarreia e sangue nas fezes, o que significa que são alérgicos ao leite materno. Existem três sintomas principais de alergia ao leite materno. O primeiro são sintomas digestivos, onde o bebé tem vómitos recorrentes, diarreia, inchaço, obstipação e sangue nas fezes. O segundo sintoma é os sintomas cutâneos, onde o bebé desenvolverá eczema e urticária aguda. O terceiro são sintomas respiratórios, com frequentes tosses inexplicáveis, espirros e, em casos graves, asma. As alergias à amamentação são menos comuns do que a alimentação artificial e os sintomas são relativamente ligeiros. As alergias alimentares em bebés são na realidade principalmente alergias proteicas. As proteínas alimentares como o leite e os ovos consumidos pela mãe podem entrar no corpo do bebé através do leite materno e desencadear alergias no bebé, mas não é aconselhável parar de amamentar à vontade. Se a mãe evitar os alimentos alérgicos e os seus sintomas forem aliviados, ela pode continuar a amamentar. Quando os sintomas do bebé não melhoram depois de a mãe ter evitado a dieta e o crescimento ser retardado, ela precisa de mudar para uma fórmula especial sob supervisão médica.