Sobre a recidiva do cancro do fígado

  O carcinoma hepatocelular é difícil de tratar porque, em primeiro lugar, não é fácil de detectar, e muitos deles são detectados tardiamente, pelo que o efeito do tratamento não é bom; em segundo lugar, mesmo após ressecção cirúrgica ou transplante hepático, ainda há uma grande probabilidade de recidiva, pelo que afectará a sobrevivência dos pacientes. Contudo, descobrimos que alguns dos pacientes recaíram 3, 5 ou mesmo 10 anos ou mais após a ressecção cirúrgica e ainda sobreviveram durante muito tempo após a reoperação ou outros tratamentos radicais. Isto faz-nos pensar, qual é a razão para isto? As recidivas são todas iguais? O desenvolvimento da ciência médica revelou uma razão importante: a diferença entre as recidivas e as recidivas. Em geral, se houver tumor residual (que não pode ser detectado) após a primeira remoção do tumor, este voltará a aparecer dentro de dois anos após a cirurgia, e o novo tumor tem afinidade com o tumor anterior, o cancro do fígado neste caso pode facilmente propagar-se e metástase, e o tempo relativo de sobrevivência é menos desejável; se não houver tumor residual, é um crescimento completamente novo e não tem afinidade com o tumor anterior, chama-se recorrência. Ocorre normalmente 2 anos após a cirurgia, ou mesmo mais tempo. Estes tumores são menos susceptíveis de invadir os vasos sanguíneos, de se espalharem ou de se metástarem. Desde que o tumor seja activamente tratado após a sua descoberta, bons resultados serão alcançados, e muitos pacientes podem sobreviver por muito tempo.