As infecções intracranianas são um problema comum na prática neurocirúrgica, por exemplo, nos shunts hidrocefálicos, onde as hipóteses de infecção intracraniana pós-operatória são relativamente altas, como é a prática convencional. A infecção intracraniana não é um problema trivial, significa que os agentes patogénicos já estão presentes na cavidade craniana e estão em maior risco se não forem tratados e não forem controlados. Em geral, as infecções intracranianas podem causar febre, aumento da frequência cardíaca, alterações na pressão arterial, problemas respiratórios, e alterações no ambiente intracraniano que podem afectar o sistema nervoso central. Uma vez detectada a presença de uma infecção intracraniana, esta deve ser tratada de forma agressiva com terapia anti-infecciosa. Os sintomas repetem-se durante o tratamento de infecções intracranianas? A resposta é sim, especialmente se o paciente estiver infectado com um agente patogénico resistente aos medicamentos, e se o tratamento for incompleto, os sintomas podem voltar a aparecer. Sintomas como febre, dor de cabeça, náuseas e náuseas, bem como convulsões, rigidez dos membros do paciente, dor generalizada, fadiga, sonolência, e mesmo confusão e coma. A recorrência de infecções intracranianas é grave e pode levar a problemas graves, tais como cãibras, perda de consciência e perturbações mentais.