Interferon tem um tratamento fixo, com um ano geralmente recomendado; no entanto, é menos eficaz, especialmente em pacientes chineses (que é determinado pelo genótipo do vírus da hepatite B), com uma taxa de resposta duradoura de 20% a 40% após a descontinuação; e requer uma administração injectável, e os efeitos adversos são mais comuns. Os análogos de nucleósidos (ácidos) são drogas orais fáceis de administrar e com maior capacidade de controlar a replicação viral, e os efeitos secundários são menos comuns. Contudo, existem duas desvantagens para estes medicamentos: uma é que necessitam de ser tomados durante muito tempo e é difícil especificar um tempo para deixar de os tomar; a outra é que o uso a longo prazo aumenta o risco de ocorrência de mutações resistentes aos medicamentos, e é necessária uma mudança no regime de tratamento uma vez que a resistência tenha ocorrido. Portanto, entecavir, tenofovir, e propofol tenofovir, que têm uma baixa incidência de mutação resistente, são agora recomendados como os agentes antivirais orais preferidos. Além disso, muitos hepatologistas nacionais e internacionais estão a realizar estudos sobre várias combinações entre o interferão e os antivirais orais, mas ainda não existem regimes comprovados a promover. Como os actuais medicamentos de tratamento ainda não são capazes de curar a hepatite B, a escolha dos medicamentos de tratamento e o acompanhamento durante o tratamento torna-se crucial. Os pacientes com hepatite B são aconselhados a escolher um hepatologista experiente para acompanhamento regular e comunicação adequada, de modo a melhorar a eficácia da terapia antiviral.