Diagnóstico do adenoma pituitário

  Os adenomas pituitários são diagnosticados através de três aspectos: 1. manifestações clínicas; 2. medição dos níveis hormonais; 3. exames de imagem.  1. manifestações clínicas: (1) menstruação irregular, amenorreia, excesso de leite nas mulheres; impotência, disfunção eréctil nos homens; deformação facial, aumento das mãos e dos pés; obesidade centrípeta, rosto de lua cheia, costas de búfalo; e assim por diante.  (2) Perda de visão, defeitos no campo visual, aumento da produção de urina, dores de cabeça, etc.  (3) Dores de cabeça fortes e repentinas, cegueira, movimentos oculares restritos, etc. (Raro) 2. medição dos níveis hormonais: Prolactina (PRL), hormona de crescimento (GH), cortisol (F), hormona estimulante adrenal (ACTH), testosterona, T3 livre, T4 livre, hormona estimulante da tiróide TSH, etc., todos variam. O intervalo de variação é mais do dobro do valor normal.  3. testes de imagem: (1) Ressonância magnética (MRI): o principal método de diagnóstico.  Microadenoma pituitário: a imagem ponderada T1 é maioritariamente de sinal baixo, a imagem ponderada T2 é maioritariamente de sinal alto ou igual. O talo pituitário é ligeiramente desviado e a sela é subagital, mas não é óbvio. Após o melhoramento: o sinal do microadenoma pituitário é mais baixo do que o do tecido normal.  Macroadenoma pituitário: sinal igual ou baixo na imagem ponderada T1, sinal misto igual ou alto na imagem ponderada T2. O tumor é realçado e bem definido após o realce.  Traumatismo pituitário: sinal elevado em imagens ponderadas em T1 e T2, por vezes com planos fluidos, sugerindo hemorragia tumoral.  (2) Tomografia computorizada (TAC): Actualmente, este tipo de exame é raramente utilizado para o diagnóstico de adenoma pituitário, mas é valioso para a determinação de derrames tumorais.