Como tratar as perturbações psicóticas

  1) O que é psicose? Psicose é um termo geral para um grupo de perturbações nas quais a função cerebral é perturbada por vários factores nocivos e as manifestações clínicas da actividade mental são anormais. Existem dois tipos de doenças mentais: doenças mentais graves e doenças mentais leves. A psicose leve refere-se à ausência de anomalias mentais graves e persistentes, incluindo neuroses e certas perturbações psicológicas. A psicose grave é frequentemente referida como “loucura” ou “epilepsia”. É porque as actividades mentais da pessoa são prejudicadas, muitas vezes envolvendo-se em comportamentos estranhos que são incompreensíveis para os outros, e por vezes cometendo actos que põem em perigo a si próprio e a sociedade, tais como rir amargamente sem motivo, falar consigo próprio, balbuciar, magoar os outros e destruir coisas, correr desenfreadamente e gritar, etc. A pessoa é muitas vezes incapaz de se adaptar à sociedade e não tem consciência da sua doença.  2. tratamento psiquiátrico O tratamento psiquiátrico inclui actualmente psicoterapia, medicação e cirurgia. Os medicamentos incluem clorpromazina, endorfina, clozapina, olanzapina e outros, cujos efeitos são principalmente antipsicóticos, sedação não específica e prevenção de recaídas. O tratamento cirúrgico está disponível para psicose epiléptica, delírios obsessivo-compulsivos, tentativas de suicídio, esquizofrenia e comportamento agressivo onde o tratamento farmacológico falhou.  A base teórica da cirurgia é usar técnicas estereotáxicas para alterar a função do tecido cerebral associado à actividade mental anormal, para criar focos de destruição em laços ou áreas do sistema límbico, para interromper certas vias entre elas, e para ajustar a função cerebral com o objectivo de tratar doenças mentais. O 210º Hospital PLA investiu fortemente na introdução do mais avançado instrumento internacional de estereotáxia cerebral sem enquadramento e do sistema de tratamento por radiofrequência importado, utilizando TC e RM para localizar pontos de ancoragem, de modo a que a precisão de posicionamento atinja o nível celular, e a cirurgia seja realizada sob assistência informática, tornando o posicionamento mais preciso e eficiente, garantindo uma cirurgia segura e fiável, que não só trata a doença como também preserva ao máximo as funções neurológicas normais. Tem as vantagens de não ter craniotomia, poucos danos, resposta rápida e alta taxa de cura.