Em casos de displasia acetabular, se a morfologia da articulação e o espaço articular forem essencialmente normais, a osteotomia peri-acetabular é um método muito satisfatório, que, se realizada precocemente, pode aliviar eficazmente a dor articular e restaurar a função da articulação. Se realizada precocemente, pode ajudar a aliviar a dor articular e restaurar a função, preservando assim a articulação e evitando ou atrasando a cirurgia de substituição da articulação. Contudo, as desvantagens deste procedimento são que é mais invasivo, difícil de realizar, sangra muito e o paciente tem de receber transfusões de sangue. É bem conhecido que existem muitos riscos potenciais associados a transfusões de sangue maciças, tais como infecção com hepatite B, hepatite E, sífilis, SIDA e assim por diante. Após mais de uma década de exploração contínua, bem como de inovação tecnológica, o nosso hospital completa agora a osteotomia periacetabular num tempo muito mais curto, cerca de 30-40 minutos, e portanto, a hemorragia é grandemente reduzida. Ao mesmo tempo, graças à utilização de um sistema avançado de transfusão de sangue autólogo, o sangue que é removido durante o procedimento é recuperado, lavado e depois devolvido ao paciente. Como resultado, na maioria dos casos, o paciente não precisa de fazer transfusão de sangue de outra pessoa, ou uma pequena quantidade de sangue pode ser transfundida, trazendo assim benefícios aos pacientes com displasia acetabular. Não só os sistemas de transfusão de sangue podem ser utilizados para osteotomias, como também podemos evitar ou reduzir as transfusões de sangue, utilizando sistemas de transfusão de sangue para cirurgia de substituição de articulações.