Se uma criança passar no rastreio auditivo com um ano de idade, deve ser levada a sério e deve ser feito um exame completo para detetar quaisquer lesões no canal auditivo. Uma vez que a fala atinge o seu auge após um ano de idade, é importante tratar atempadamente quaisquer lesões no canal auditivo para evitar afetar a função da fala. O rastreio auditivo é um programa de rastreio de rotina que envolve métodos electrofisiológicos objectivos de rastreio auditivo para recém-nascidos, com o objetivo fundamental de alcançar a deteção, o diagnóstico e a intervenção precoces de perturbações auditivas congénitas. O programa de rastreio auditivo neonatal é atualmente composto por dois testes: o teste de emissões otoacústicas (EOA), que avalia a função das células ciliadas externas e de algumas células ciliadas internas do ouvido interno, e o potencial evocado auditivo automatizado do tronco cerebral (PEATE), que é um teste auditivo objetivo para os doentes que não podem cooperar com o teste auditivo. O rastreio auditivo divide-se em duas fases: o rastreio inicial e o novo rastreio. Todos os recém-nascidos devem ser submetidos a um rastreio auditivo inicial aos 3 dias de idade nas zonas da China onde tal é possível e, se falharem no rastreio inicial, devem ser submetidos a um novo rastreio 42 dias após o nascimento; se continuarem a falhar no novo rastreio, devem ser encaminhados para um grande hospital terciário para a realização de testes auditivos de diagnóstico no prazo de 3 meses após o nascimento. Por conseguinte, se o rastreio auditivo for aprovado com um ano de idade, é necessário efetuar um exame completo para excluir quaisquer outras perturbações.