Microscopia de campo escuro: o principal método de diagnóstico patogénico da sífilis na China de hoje. É adequada para a detecção de sífilis de fase I e sífilis de fase inicial II. O local do teste é principalmente o chancre duro, mas também pode ser retirado do colo do útero, vagina e gânglios linfáticos. Um resultado positivo confirma o diagnóstico, enquanto que um resultado negativo não exclui a sífilis. Coloração com prata: O significado clínico deste teste é o mesmo que o do teste do campo negro. Tira partido do facto de as espiroquetas de sífilis serem amantes de prata e poderem ser manchadas de preto acastanhado por soluções de prata, que podem então ser observadas através de um microscópio comum de alta potência. Ensaio directo de imunofluorescência (DFA): Este é o método mais utilizado no estrangeiro e é mais específico e sensível do que o ensaio de campo escuro. O anticorpo monoclonal específico anti-sífilis é rotulado com fluoresceína e se estiverem presentes espiroquetas de sífilis na amostra, estas são especificamente ligadas pelo antigénio e anticorpo e podem ser vistas sob o microscópio fluorescente como espiroquetas de sífilis verde maçã.