A metástase distante do cancro colorrectal é principalmente no fígado, e cerca de 50% dos pacientes terão metástases hepáticas, e 30% dos pacientes têm metástases hepáticas microscópicas ocultas que não podem ser detectadas por ultra-sons ou TAC antes da cirurgia. 85% das lesões com metástases intra-hepáticas são múltiplas. Então, como tratar o cancro colorrectal uma vez ocorrida a metástase hepática? Um dos métodos clinicamente aceites é a ressecção cirúrgica, mas apenas alguns pacientes são adequados para a ressecção cirúrgica, e 70% deles irão recorrer após a cirurgia. Para pacientes que não podem ser operados ou não podem aceitar cirurgia e recidiva, outro método de tratamento é fazer uma faca de hélio de argônio ultra-colorido minimamente invasiva, que pode eliminar rapidamente a carga tumoral sem cirurgia e pode também alcançar o objectivo do tratamento. Para pacientes que não podem ser tratados por cirurgia ou para prevenir a metástase após a cirurgia, existe algum método de tratamento melhor? Os pacientes com cancro colorrectal pós-operatório e metástases pós-operatórias podem receber efeitos anti-câncer sinergéticos, reduzir os efeitos secundários tóxicos da quimioterapia, permitir aos pacientes passar com sucesso o período de quimioterapia, melhorar a eficácia e a taxa de sobrevivência a longo prazo, e reduzir a recorrência tumoral através da combinação de técnicas de terapia biológica, tais como terapia celular biológica e terapia biológica orientada, durante a quimioterapia. A terapia biológica é um instrumento importante no tratamento abrangente pós-operatório de tumores gastrointestinais. Por um lado, os pacientes pós-operatórios são fracos, e a quimioterapia contínua também traz danos ao corpo dos pacientes. A terapia biológica pode reparar isto a tempo, aumentar a sensibilidade do tumor aos medicamentos da quimioterapia, reduzir os efeitos secundários tóxicos, e permitir que a quimioterapia seja concluída com sucesso. Por outro lado, a terapia biológica pode remover células cancerígenas que não podem ser removidas por medicamentos de quimioterapia ou deixadas para trás, e remover células cancerígenas mais completamente. Contudo, a combinação de terapia biológica e quimioterapia não é uma combinação simples, mas uma combinação orgânica dos dois métodos, que deve ter em conta as vantagens de ambos os lados, bem como a coordenação científica em termos de tempo e sequência de tratamento.