Base diagnóstica para redução do débito cardíaco

  O débito cardíaco (CO) é o volume total de sangue ejectado de um ventrículo por minuto, também conhecido como débito cardíaco por minuto, ou débito cardíaco para abreviar. Num estado calmo, o volume diastólico final do ventrículo esquerdo num adulto normal é de aproximadamente 125 ml e o volume sistólico final é de aproximadamente 55 ml. A diferença entre os dois é o volume sistólico final, que é de 70 ml. Vê-se que o ventrículo não ejeta todo o sangue que enche o ventrículo cada vez que se ejeta. O volume de ejecção como uma percentagem do volume diastólico final do ventrículo chama-se a fracção de ejecção. A diminuição do débito cardíaco pode levar ao choque. Qual é, então, o diagnóstico de redução do débito cardíaco?  A diminuição do débito cardíaco tem de ser tão baixa quanto 2,5 L/(min-m2) antes de aparecerem alguns sintomas clínicos, tais como aumento da frequência cardíaca, menor pressão de pulso, diminuição da pressão arterial (pressão arterial sistólica inferior a 12 kPa), pulsos fracos nas artérias pedis radial e dorsal, aumento da pressão venosa central, vasoconstrição periférica e extremidades frias, pálidas ou cianóticas. A produção de urina pode ser reduzida para menos de 0,5-1ml/kg. Os resultados do débito cardíaco e outras monitorizações neste momento podem mostrar um índice cardíaco <2L/(min-m2), um índice sanguíneo batimento a batimento <25ml/(m2-times), resistência vascular periférica >1800dyn-s-cm-5, consumo de oxigénio 100ml/(min-m2), >20mg%.