O cancro da mama é um tumor maligno comum nas mulheres e a sua incidência está a aumentar gradualmente na China. O cancro da mama é tratado com uma combinação de cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapia endócrina e terapia molecular biologicamente orientada, com a cirurgia a desempenhar um papel importante nestes tratamentos. A abordagem cirúrgica clássica ao cancro da mama é a remoção de toda a mama, músculos do peito e tecido linfático gordo da axila. Esta cirurgia ‘radical’ salvou e prolongou a vida de muitos pacientes, mas também deixou os pacientes fisicamente incapacitados, disfuncionais e traumatizados. Com o avanço da investigação médica, o tratamento do cancro da mama também progrediu significativamente e não é necessário remover a mama. Pode a eficácia ser garantida em doentes com cancro da mama sem mastectomia? Vários estudos prospectivos controlados, tanto a nível nacional como internacional, demonstraram que uma cirurgia razoável de conservação dos seios tem exactamente o mesmo impacto na sobrevivência da paciente quando comparada com a mastectomia, e a importância da conservação dos seios para a saúde física e mental de uma mulher não pode ser exagerada. É claro que há certos princípios a serem seguidos na realização de cirurgia de conservação dos seios e o tratamento abrangente normalizado é ainda mais importante.