O intervalo entre intervenções é geralmente de cerca de um mês após a primeira e pode ser alargado para 2-3 meses após a terceira. Se houver uma sobrevivência clara ou suspeita de recorrência no seguimento, a decisão de intervir ou de tratar de outra forma deve ser tomada de acordo com a situação. Deve ser evitado o tratamento interventivo em intervalos prescritos, não baseados na doença.