A oogénese começa com a célula germinal primordial, que se divide mitoticamente a partir da 5ª semana de vida embrionária e é chamada célula oogénica. Do terceiro ao sétimo mês de vida embrionária, as células oogénicas entram sucessivamente na primeira divisão meiótica, abortando na fase bilinear de prófase e renomeando oócitos primários, que formam o folículo primordial com as células granulosas circundantes. A fase bilinear é caracterizada pela formação de folículos germinativos. O folículo germinal persiste até desaparecer imediatamente antes da ovulação. A reserva vitalícia de oócitos é completada durante o período fetal, atingindo um pico de cerca de 20 semanas com cerca de 7 milhões. Ao nascer restam cerca de 2 milhões, e na menarca cerca de 300.000-400.000 oócitos desenvolvem-se em ovos maduros, mas apenas 400-500 destes acabam por se desenvolver em ovos maduros durante a vida da mulher. 99,9% de todos os oócitos estão atrevidos, e no momento da menopausa os oócitos já estão em grande parte esgotados. O folículo primário evolui para um folículo primário, um folículo secundário e um folículo maduro pela acção da FSH. Os folículos têm cerca de 50 μm de diâmetro, os folículos primários têm cerca de 100 μm de diâmetro e os folículos maduros podem ter 100-130 μm de diâmetro. São necessários 85 dias para o crescimento de um folículo para atingir a sua maturidade final. Antes da ovulação, o óvulo completa a sua primeira divisão meiótica e expulsa o primeiro corpo polar a tornar-se um oócito secundário, que permanece no meio da segunda divisão meiótica à espera de fertilização, após o que o oócito retoma a meiose e expulsa o segundo corpo polar, seguido da formação do protoplasto masculino e feminino.