A hidronefrose congénita é a mais comum das anomalias renais, mais frequentemente em rapazes, e ocorre quase sempre durante o período fetal. A principal causa é o estreitamento da junção entre a pélvis renal e o ureter, que faz com que a urina se acumule no rim, levando ao desenvolvimento do “hidrocele”. Um feto pode produzir urina a partir dos 4 meses de idade e, quando nasce, é provável que o líquido já lá esteja há mais de 5 meses. Se não for tratado, o fluido é susceptível de causar infecções e pedras que podem afectar o funcionamento dos rins. A única cura para esta condição é a remoção cirúrgica do segmento estenótico seguida da remodelação do ureter pélvico. A cirurgia tradicional requer mais drenos a serem deixados no local depois, mesmo de uma nefrostomia, que é mais invasiva e tem mais complicações. Já não é a base do tratamento para esta doença. A cirurgia minimamente invasiva utilizando técnicas laparoscópicas pode ser realizada com um trauma mínimo e quase sem cicatrizes da parede abdominal, e a investigação actual mostra que a cirurgia minimamente invasiva é melhor do que a cirurgia aberta tradicional em toda a linha, e pode encurtar significativamente as estadias hospitalares e reduzir os custos de tratamento. O que é a “pneumoperitoneoscopia”? Quais são os benefícios? A pneumoperitoneoscopia é uma técnica que utiliza um sistema laparoscópico pediátrico avançado para criar um espaço cirúrgico no interior da bexiga utilizando dióxido de carbono e para realizar operações cirúrgicas. A cirurgia tradicional da bexiga envolve a abertura do abdómen e da bexiga, o que resulta em grandes feridas, uma operação demorada e uma lenta recuperação pós-operatória. A cirurgia pneumática da bexiga é minimamente invasiva, não requer suturas ou pontos, é menos dolorosa e tem uma recuperação mais rápida, e é particularmente adequada para bebés e crianças.