I. Todas as pessoas com doença de Parkinson (DP) precisam de cirurgia? Nem toda a DP requer cirurgia. A cirurgia estereotáxica é mais eficaz para o tremor e rigidez e menos eficaz para movimentos lentos. É geralmente aceite que os seus homólogos cirúrgicos: 1. têm menos de 70 anos de idade, têm medicação ineficaz a longo prazo ou efeitos secundários significativos, e têm limitações significativas na sua capacidade de trabalhar e viver; 2. são clinicamente classificados II-IV e não têm contra-indicações óbvias à cirurgia – ou seja, os pacientes com hipertensão grave, coração, fígado, rim, pulmão, ou diabetes, não podem ser operados. Que testes são necessários antes da cirurgia para a doença de Parkinson? 1, exame pré-operatório da cabeça da doença de Parkinson, de preferência ressonância magnética; para compreender a presença de atrofia cerebral; 2, electrocardiograma; 3, exame bioquímico do sangue – para compreender a presença de diabetes, fígado, função renal e outras condições. Quantos tipos de cirurgia estão disponíveis para a doença de Parkinson? O tratamento cirúrgico actual para a doença de Parkinson inclui: 1. disrupção estereotáxica de radiofrequência direccionada (incluindo o chamado cytoknife); 2. estimulação profunda do núcleo cerebral (DBS); 3. transplante de tecido cerebral. Como escolher um procedimento cirúrgico para a doença de Parkinson? Para a doença de Parkinson, escolhe-se a perturbação estereotáxica orientada. Para a cirurgia bilateral, a perturbação pode ser realizada de um lado primeiro e a estimulação profunda do núcleo cerebral do outro ou de ambos os lados. V. Existem alguns riscos associados à cirurgia de Parkinson? A cirurgia para a doença de Parkinson, como outras cirurgias cerebrais, tem certas complicações. A maior complicação é a hemorragia intracraniana que leva à hemiparesia. Que complicações podem ocorrer após a cirurgia da doença de Parkinson? Hemorragia intracraniana, hemiparesia, dificuldades de fala, dificuldades de deglutição, dormência num membro e problemas de equilíbrio podem ocorrer após a cirurgia de Parkinson. Preciso de tomar mais algum medicamento após a cirurgia da doença de Parkinson? A cirurgia da doença de Parkinson apenas alivia a maioria dos sintomas, não os cura. Existe um “cito faca” para a doença de Parkinson? Não existe tal coisa como um “cytoker”, é apenas um sistema de registo de micro-electrodos que é um dispositivo electrofisiológico que ajuda o cirurgião a verificar se o alvo escolhido está correcto. O que é um sistema de gravação de micro-electrodos? Um eléctrodo muito fino é entregue na área alvo do cérebro usando técnicas estereotáxicas. A extremidade deste eléctrodo é tipicamente de 1-2 microns de diâmetro com uma ponta exposta de 15-140 microns, revestida com platina ou irídio; a haste do eléctrodo é isolada com resina epoxi e colocada numa manga de aço inoxidável de 25 calibres. O microelectrodo é avançado com um micropropulsor de parafuso. Este eléctrodo é inserido no cérebro para extrair a bioeletricidade celular de várias áreas, amplificar, mostrar e gravar os passos. Ajuda o cirurgião a identificar a área alvo e a compreender o seu estado electrofisiológico. Portanto, não se trata de uma faca celular. A relação entre o registo de microelectrodos e o “cytoknife” O sistema de registo de microelectrodos e o chamado “cytoknife” são um instrumento de exame. Não se trata de uma “faca” cirúrgica utilizada para remover lesões no cérebro.