A fusão escrotal do pénis, também conhecida como pénis de membrana, é causada pela pele do abdómen não se estendendo perto do pénis, mas ligando-se directamente ao sulco coronal da cabeça do pénis, como se tivesse sido colocada uma manga de chrysalis batting no corpo esponjoso do pénis, de modo a que o pénis cilíndrico não possa ser visto e apenas a cabeça do pénis fique exposta fora da pele. É geralmente uma deformidade congénita, e em alguns casos é causada pela remoção excessiva da pele ventral do pénis após a circuncisão ou outra cirurgia, ou por contractura cicatricial do prepúcio ventral e da pele escrotal. Um pequeno número está associado a um desenvolvimento uretral anormal. Cerca de 3,5% das hipospádias são complicadas por esta malformação. Tais crianças só necessitam de cirurgia reconstrutiva num procedimento chamado correcção da fusão penoscrotal, em que a manga da ripa é substituída por uma manga apertada, que ambos apertam a raiz do pénis. Depois da cirurgia, é aconselhável deixar um cateter no lugar durante 3 dias, pois há alguma dificuldade em urinar devido ao edema peniano.