A perda intermitente de memória é a tendência para esquecer as coisas mais facilmente em certos momentos, por vezes para o melhor ou para o pior. Embora a patogénese não seja conclusiva, os factores psicológicos são geralmente considerados como sendo o desencadeador da desordem. Pensa-se que o paciente pode ter um défice interno genético e traumático que o impede de responder a eventos de vida stressantes de uma forma madura, resultando em dissociação. O tratamento é geralmente baseado em psicoterapia, incluindo a identificação e gestão apropriada de factores de stress, audição moderada, hipnoterapia ou sessões assistidas por medicação, e encorajando o paciente a superar os sintomas (por exemplo, memórias). Envolve a selecção de uma artéria de entrada, geralmente a artéria femoral direita, colocando uma bainha arterial através da artéria femoral direita, seleccionando um cateter diferente através da bainha arterial, e sob a orientação de um fio guia, seleccionando a artéria a ser mostrada e injectando um meio de contraste contendo iodo. A trajectória dos vasos pelos quais o agente de contraste passa é continuamente fotografada, e a subtracção digital dos vasos cerebrais é realizada por meio de imagens electrónicas assistidas por computador. 2. teste psicológico: é mais fácil esquecer algo a uma determinada altura.