O risco de cancro primário do fígado é significativamente maior em doentes com hepatite B crónica do que noutros grupos. Como evitar o risco de cancro do fígado não é apenas uma questão a que os médicos devem prestar atenção, mas requer também um elevado grau de atenção por parte dos doentes: em primeiro lugar, não beber álcool e comer alimentos saudáveis Evitar aumentar a carga e os danos no fígado, o que aumenta o factor de risco. Os doentes com antecedentes familiares de cancro do fígado devem prestar especial atenção a este aspecto. Em segundo lugar, controlos regulares Numerosos estudos clínicos confirmaram que o HBeAg (+) e/ou a elevada carga de HBVDNA e ALT significativamente elevada são factores de risco significativos para o desenvolvimento de cancro primário do fígado, pelo que testes laboratoriais regulares e testes de imagem, tais como ultra-sons, são muito importantes. Através destes métodos, o grau de progressão da doença pode ser diagnosticado atempadamente: hepatite crónica, cirrose hepática, lesões pré-cancerosas ou pequeno carcinoma hepatocelular precoce, e se necessário, pode ser administrado tratamento intervencionista. Em terceiro lugar, tratamento sistemático e regular num hospital normal. Actualmente, a protecção hepática e o tratamento antiviral estão a atrair cada vez mais atenção.