Com base nos resultados dos testes de ADN do HBV do paciente, os portadores da hepatite B podem ser divididos em duas categorias: 1. portadores do vírus assintomático crónico: Estes pacientes são portadores do ADN HBV positivo e desenvolverão actividade da hepatite quando a tolerância imunitária for quebrada, o que por sua vez os colocará também em risco de desenvolver cirrose e cancro do fígado. Por conseguinte, tais pacientes devem fazer análises de rotina ao sangue, função hepática, ADN HBV, metemoglobina, ultra-sons de fígado, biliares e baço e análises não invasivas de fibrose hepática a cada 3-6 meses, e o tratamento deve ser iniciado prontamente se as indicações para terapia antiviral forem cumpridas. 2. portadores inactivos de HBsAg: Estes doentes são apenas positivos para o antigénio de superfície da hepatite B e têm ADN do HBV não detectável no sangue, pelo que não necessitam de tratamento. Contudo, tais pacientes têm também a possibilidade de desenvolver hepatite B crónica. Além disso, o seguimento a longo prazo revela também que o cancro do fígado pode ocorrer num número muito reduzido de pacientes. Por conseguinte, são também recomendados testes de sangue de rotina, função hepática, ADN do HBV, alfa-fetoproteína, ultra-sons de fígado, biliares e baço e testes não invasivos de fibrose hepática de 6 em 6 meses, e o tratamento deve também ser iniciado prontamente se as indicações de terapia antiviral forem satisfeitas.